Diesel Estúdio

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Alugar um estúdio ou montar o seu? O que pesa na decisão para empresas e criadores em BH

Montar um estúdio ou alugar em Belo Horizonte? Como a frequência de gravação e o capital imobilizado pesam na conta, com os preços reais da locação da Diesel.

Diesel Estúdio
Ciclorama branco do estúdio da Diesel em Belo Horizonte, com iluminação de teto, tripé de vídeo e pernas de luz.
O estúdio próprio da Diesel, em Jardinópolis, Belo Horizonte.

Essa dúvida aparece bastante por aqui, e quase sempre nas mesmas duas versões. A empresa que já tem um time de marketing pergunta se não compensa montar um estúdio dentro da própria sede. O criador que grava toda semana pergunta se vale mais comprar o equipamento ou alugar um espaço quando precisa. Por mais diferentes que pareçam, as duas perguntas esbarram no mesmo ponto, e ele tem menos a ver com preferência do que com matemática: quanto você vai usar o estúdio e onde o seu dinheiro rende melhor.

No fundo, montar significa comprar um ativo que fica com você o tempo todo, sendo usado ou não, enquanto alugar significa pagar apenas pelas horas em que o espaço está rodando. Saber qual das duas opções sai mais em conta depende da sua frequência de gravação, do quanto de capital você topa deixar imobilizado e de quem vai ficar responsável por manter tudo funcionando. Vale olhar os custos reais dos dois lados, com calma, e os valores que a Diesel pratica aqui em Belo Horizonte.

Quanto custa montar um estúdio do zero

Montar um estúdio começa com um investimento alto, e a maior parte de quem faz a conta só enxerga a primeira parcela dele: o equipamento. Luz, áudio, fundo, suportes e o resto do set somam um valor de entrada que muda bastante conforme o nível que você quer, e que costuma ser bem maior do que a primeira estimativa.

Set de produção audiovisual profissional em um galpão amplo, com equipe técnica, refletores em treliça, monitores e cabos.
Imagem ilustrativa de um set de produção audiovisual montado, com equipe e equipamento.

O ponto que pega é que esse investimento inicial é só o começo. Depois dele vêm custos que não aparecem na cotação e que voltam com o tempo. Tem o espaço físico, seja uma área da sua sede que deixa de ter outra função, seja um aluguel a mais só para abrigar o set. Tem a manutenção e a atualização do equipamento, porque luz, áudio e câmera se desgastam e ficam para trás conforme a tecnologia avança. Tem a operação, já que alguém precisa montar, calibrar, guardar e consertar, e isso é hora de trabalho que entra na conta. E tem a ociosidade, talvez o custo mais difícil de enxergar: o estúdio pesa o mesmo no mês em que você grava muito e no mês em que ele fica fechado.

Como funciona o custo de alugar

Alugar segue a lógica oposta. Em vez de imobilizar capital de uma vez, você paga pelas horas que realmente usa, e o custo fixo que pesaria todo mês passa a ser um custo variável que acompanha a sua demanda. Na Diesel, os valores da locação são abertos e públicos (vigentes em junho de 2026): a hora avulsa sai por 150 reais, o Pacote Conteúdo de três horas por 420, a meia diária de cinco horas por 700, a diária de oito horas por 1.100, a diária premium de dez horas por 1.400 e o Pacote Podcast de três horas, já com o cenário montado, também por 420.

Pelo valor da locação você tem acesso à parte que não dá para improvisar na véspera: o ciclorama de 9 por 5 metros, o pé-direito de 4 metros, os 45 metros quadrados de área, o camarim e o isolamento acústico de uso geral. Equipamento de gravação, equipe técnica e iluminação cinematográfica entram à parte, conforme a necessidade de cada projeto, e a luz cinematográfica em si nós cotamos pela Girafa Cine, que fica no mesmo prédio. A vantagem é direta: você usa uma estrutura profissional quando precisa e não fica responsável por manter, atualizar nem guardar nada depois que a gravação termina.

Montar estrutura própria Alugar o espaço
Investimento inicial Alto e de uma vez (equipamento, set, espaço) Nenhum investimento no espaço; equipamento, luz e equipe são próprios ou contratados à parte.
Custo recorrente Manutenção, atualização, operação e espaço, mês a mês Só quando usa
Ociosidade Pesa igual, mesmo parado Sem uso, sem custo
Quem mantém a estrutura A empresa mantém espaço e equipamentos A Diesel mantém o espaço; equipamento e operação dependem do cliente ou dos adicionais contratados.
Faz mais sentido quando A gravação é quase diária A gravação é por projeto ou de tempos em tempos

A frequência com que você grava

No fim das contas, a variável que organiza essa decisão é a frequência com que você grava, e é por ela que vale começar a pensar. Quem grava de forma intensa, com conteúdo quase diário, equipe dedicada e uma agenda que não esvazia durante o mês, dilui o custo do estúdio próprio em muitos usos, e aí o investimento começa a se justificar. Já quem grava por projeto, com uma campanha por trimestre, uma leva de conteúdo por mês ou ensaios pontuais ao longo do ano, acaba com um estúdio parado a maior parte do tempo, e cada gravação termina carregando nas costas o custo de todos os dias em que ninguém entrou no set. Nesse caso, alugar costuma sair bem mais barato.

Com que frequência você grava Caminho que costuma pesar menos
Quase todos os dias, com time dedicado Estúdio próprio começa a se justificar
Algumas vezes por mês, por projeto Locação
Pontual, poucas vezes no ano Locação

Quando vale a pena ter um estúdio próprio

Isso não quer dizer que montar nunca compense, e vale ser honesto sobre as situações em que faz sentido. Quando o volume é realmente diário, com gravação quase todos os dias e uma agenda que não dá trégua, a estrutura própria passa a render. Quando já existe um time interno que cuida disso, com gente para operar e manter o espaço sem virar um custo novo, parte do problema se resolve sozinha. E quando há capital sobrando, a ponto de deixar um valor alto imobilizado sem apertar o caixa, o investimento deixa de ser um peso. Quando essas três condições aparecem juntas, o estúdio próprio sai da conta de despesa parada e vira uma estrutura que de fato trabalha pela empresa. Fora desse encontro de fatores, a matemática quase sempre aponta para a locação.

Alugar um estúdio que já está rodando

Existe ainda um meio-termo para quem precisa de padrão de produção sem comprar a estrutura inteira, que é alugar um espaço já preparado para operar em nível profissional. Foi com essa ideia que organizamos a locação do estúdio da Diesel: é o estúdio próprio da Diesel, em Jardinópolis, aberto para agências, empresas e criadores nos períodos em que a agenda está livre. Você reserva por hora ou por diária, usa a estrutura já calibrada e devolve o espaço no fim, sem ter comprado nada. O capital continua girando dentro do seu negócio, em vez de ficar parado em equipamento guardado.

Quem chega com equipe própria recebe o estúdio só com a estrutura e toca a gravação do próprio jeito. Quem prefere apoio pode contratar operador de câmera, técnico de áudio e assistente como adicional, sem que isso vire obrigação.

Para fechar

Resumindo a conversa: se você grava praticamente todos os dias e tem time e caixa para sustentar uma estrutura própria, montar o seu estúdio é um caminho legítimo. Se a sua gravação acontece por projeto e você quer padrão de produção sem deixar dinheiro parado, a locação tende a fazer mais sentido. Caso a sua produção em Belo Horizonte se encaixe nesse segundo caso, vale consultar a disponibilidade do estúdio para conversarmos sobre o pacote mais adequado ao seu uso.

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